quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sonhar acordado ajuda a melhorar memória - Terra - Vida e Saúde

Muito bom, isso...


http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI4333997-EI1497,00-Sonhar+acordado+ajuda+a+melhorar+memoria.html

Vida e Saúde


Segunda, 22 de março de 2010, 16h49

Sonhar acordado ajuda a melhorar memória

Patricia Zwipp



Você está com o celular ligado o dia todo, não para de postar no twitter e checar seus emails? E se não estiver fazendo nada disso, está usando seu cérebro para qualquer outra atividade que exige atenção? Pois bem, que tal dar um tempo de descanso para o cérebro. Estudo de neurocientistas da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, concluiu que sonhar acordado ajuda a melhorar a memória.
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Para chegar a tal conclusão, fizeram um teste com 16 homens e mulheres entre 22 e 34 anos, sob a direção de Lila Davachi. Os cérebros dos participantes foram digitalizados por meio de uma máquina de ressonância magnética funcional enquanto observavam objetos, rostos ou cenas. Sem saber o motivo da instrução de olhar as imagens, tiveram um período de repouso em que deveriam deixar a mente passear. Mais tarde, a tarefa era recordar o que haviam visto. Segundo o jornal New York Daily News, por meio da varredura cerebral, a pesquisa contatou que quem realmente descansou a cabeça sonhando acordado, deixando a mente descansar, apresentou melhor memória. "

Seu cérebro está trabalhando para você enquanto você descansa, por isso o repouso é importante para a memória e para as funções cognitivas. E isso é uma coisa que nós não apreciamos muito, principalmente hoje quando as tecnologias de informação nos mantêm trabalhando o tempo todo", afirmou Davachi ao site da universidade.

domingo, 9 de maio de 2010

Teste de software e ferramentas de teste

Achei muito bom... para quem não sabe o que é, ou para quem já sabe e gostaria de dizer "ééé, é bem assim, mesmo!" :D
http://www.slideshare.net/jeveaux/testes-de-software-ferramentas-de-testes

sábado, 3 de abril de 2010

Minha História com a Escrita

Não há como falar da escrita sem falar da leitura. Comecei a me interessar pela leitura muito cedo, antes mesmo de saber o alfabeto. Provavelmente tenha começado o processo ainda no ventre de minha mãe (sem absurdos, para alguns pesquisadores médicos), estudante de Letras e professora, na época de minha gestação. Mas pulemos a parte subjetiva. Tenho uma irmã, 3 anos mais velha, que lia muitas histórias para mim quando éramos crianças – repetidamente, a meu pedido, quase sempre. Eu digo que gosto de ler, mas a minha irmã realmente ultrapassa todas as minhas marcas neste sentido. Ela não lê; devora livros vorazmente, para seu sucesso (hoje ela é roteirista) e para a minha sorte, pois foi ela uma das maiores incentivadoras do meu gosto pela leitura. Além dela, e também por sua causa e de minha mãe, eu tinha acesso a dezenas de histórias em quadrinhos, livros didáticos de português, enciclopédias e livros de histórias infantis que não cansava de olhar, imaginando o que os personagens diziam, o que aquelas imagens queriam dizer. E eu criava, lia em voz alta as histórias que eu mesma inventava.

A verdade é que toda a minha família me estimulou a ler, desde pequena. Digo isso porque ainda não falei dos meus avós maternos, que mantinham em sua casa um acervo maravilhoso de gibis e enciclopédias que eu adorava folhear, e dos avós paternos, que também possuíam livros de outras naturezas, como a história das flores e árvores brasileiras, além de uma infinidade de letras de músicas que meu avô tocava e cantava para nós. Há ainda meu pai, quem me apresentou, na adolescência, “A Revolução dos Bichos”, “Os Ratos” e outras obras. Lembro que costumava pedir a ele uma dica de qual livro ler... e ele sempre tinha um título na ponta da língua para indicar. Tínhamos em casa uma pequena biblioteca, o que acredito ser um grande estimulante para a leitura, também. Aliás, bibliotecas, especialmente as caseiras, sempre foram fascinantes para minha mãe – adoração que foi passada, geneticamente ou praticamente, para as filhas.

Nessa atmosfera, a minha escrita foi desenvolvendo-se naturalmente, e com certa facilidade. Ainda no primário, fazia pequenas “auto-biografias”: cortava e colava folhas em forma de livrinho, escrevia casos do meu dia-a-dia e ainda plastificava a capa, colava adesivos e ilustrava com desenhos. A parte mais engraçada (e mercenária) desta história, é que eu levava os “modelos” dessas biografias para meus colegas e professores da escola, a fim de vendê-las. Surpreendentemente, consegui duas “encomendas” das biografias, que foram rapidamente vetadas pelos meus pais, ao descobrirem que até suas conversas haviam sido registradas nos livrinhos. Pois então: eu tinha apenas 8 anos e não sabia o que era direito autoral...

Fim da precoce (e por que não promissora?) carreira de escritora, continuei escrevendo por longos e felizes anos diários, poesias, músicas e histórias que guardei só pra mim. Mas guardei – pois se há algo que valorizo muito são os registros escritos. Mesmo os mais “toscos”, como as minhas singelas anotações infantis. E nelas, hoje relendo, percebo a emoção impressa em cada linha.

Finalizando meu relato, confesso que há tempos não escrevia textos para um determinado público. É muito bom retomar esse hábito, mas, como um músculo atrofiado, sinto as dores e dificuldades em desenvolver esse belo exercício. Os planos, felizmente, são de escrever muito mais. Assim, quem sabe, possa reviver o prazer e o sucesso da escrita que estão adormecidos.


* Composto em agosto de 2009 para a caderia Gramática e Estilo da faculdade de Letras da UFRGS

sexta-feira, 26 de março de 2010

Você é insubstituível.

Impressionante.
Momento "hora de rever os seus conceitos"...


Na sala de reunião de uma empresa, o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores e ameaça:
"Ninguém é insubstituível!"

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
"Alguma pergunta?", lança o diretor.
De repente, um braço se levanta: "Tenho sim. E Beethoven?"
"Como?", encara o gestor, confuso.
"O senhor disse que ninguém é insubstituível, mas quem substituiu Beethoven?"
Silêncio...

É tempo de nos questionarmos...
As empresas falam em descobrir talentos, reter talentos mas, no fundo, continuam achando que os profissionais são apenas peças dentro da "máquina"(organização) e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc...
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. Portanto, são, sim, insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.
Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus "erros/ deficiências".

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em "melhorar as fraquezas" de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E, na gestão dele, o mundo teria perdido todos esses talentos.

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos, não haveria montanhas, nem lagoas, nem cavernas, nem homens, nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados ... apenas peças.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões "foi pra outras moradas". Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.... Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível".

Portanto, nunca esqueça: Você é um talento único! Com toda certeza, ninguém te substituirá.

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo... Acostume-se a isso, com muita personalidade, determinação e - se puder - paz de espírito".